
António Damásio: A Estranha ordem das coisas, a vida, os sentimentos e as culturas humanas
SINOPSE
A resposta habitual a esta pergunta remete para a excecional inteligência humana, auxiliada por uma faculdade ímpar: a linguagem. Em A Estranha Ordem das Coisas, António Damásio proporciona uma resposta diferente. Ele afirma que os sentimentos - de dor, sofrimento ou prazer antecipado - foram as forças motrizes primordiais do empreendimento cultural, os mecanismos que impulsionaram o intelecto humano na direção da cultura. Além disso, propõe que os sentimentos monitorizaram o sucesso ou o fracasso das nossas invenções culturais e permanecem, ainda hoje, envolvidos nas operações subjacentes ao processo cultural, para o melhor e para o pior.
A interação favorável e desfavorável de sentimento e razão deve ser reconhecida se quisermos compreender os conflitos e as contradições que afligem a condição humana, desde os dramas humanos pessoais até às crises políticas.

Dan Brown: De onde vimos para onde vamos, Origem
SINOPSE
Bilbau, Espanha.
Robert Langdon, professor de simbologia e iconologia religiosa da universidade de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbau para assistir a um grandioso anúncio: a revelação da descoberta que «mudará para sempre o rosto da ciência.» O anfitrião dessa noite é Edmond Kirsch, bilionário e futurista de quarenta e dois anos cujas espantosas invenções de alta tecnologia e audazes previsões fizeram dele uma figura de renome a nível global.
Kirsch, um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, duas décadas atrás, está prestes a revelar um incrível avanço científico… que irá responder a duas das perguntas mais fundamentais da existência humana. No início da noite, Langdon e várias centenas de outros convidados ficam fascinados com a apresentação tão original de Kirsch, e Langdon percebe que o anúncio do amigo será muito mais controverso do que ele imaginava. Mas aquela noite tão meticulosamente orquestrada não tardará a transformar-se num caos e a preciosa descoberta do futurista pode muito bem estar em vias de se perder para sempre.
Em pleno turbilhão de emoções e em perigo iminente, Langdon tenta desesperadamente fugir de Bilbau. Tem ao seu lado Ambra Vidal, a elegante diretora do Guggenheim que trabalhou com Kirsch na organização daquele provocador evento. Juntos, fogem para Barcelona, com a perigosa missão de localizarem a palavra-passe que os ajudará a desvendar o segredo de Kirsch.
Percorrendo os escuros corredores de história oculta e religião extremista, Langdon e Vidal têm de fugir de um inimigo atormentado que parece tudo saber e que parece até de alguma forma relacionado com o Palácio Real de Espanha… e que fará qualquer coisa para silenciar para sempre Edmond Kirsch.
Numa viagem marcada pela arte moderna e por símbolos enigmáticos, Langdon e Vidal vão descobrindo as pistas que acabarão por conduzi-los à chocante descoberta de Kirsch… e a uma verdade que até então nos tem escapado e que nos deixará sem fôlego.

Kazuo Ishiguro: Quando éramos orfãos
SINOPSE
Anos 30. Christopher Banks tornou-se o detective mais famoso do país, os seus casos são o tema das conversas da sociedade londrina. No entanto, um crime não solucionado nunca deixou de o atormentar: o desaparecimento misterioso dos pais, na Velha Xangai, quando ele era rapazinho.
Agora, com o mundo a precipitar-se para a guerra total, Banks dá-se conta de que chegou o momento de regressar à cidade da sua infância e deslindar, finalmente, o mistério, cuja solução evitaria a catástrofe iminente.
Passando-se entre as cidades de Londres e Xangai dos anos entre as duas guerras, Quando Éramos Órfãos é uma história de recordações, intriga e necessidade de regressar, de uma visão infantil do mundo que o domina, moldando indelevelmente e distorcendo a vida dos personagens.

Ricardo Araújo Pereira: Reaccionário com dois Cês
SINOPSE
Depois de mais de 40 mil exemplares de A Doença, o Sofrimento e a Morte Entram Num Bar, chega o novo livro de Ricardo Araújo Pereira. Quem já o leu, já o ouviu na rádio ou já o viu na televisão (e é difícil que uma das três coisas ainda não tenha acontecido a alguém em Portugal) sabe que uma das grandes causas de Ricardo Araújo Pereira é a liberdade de expressão. Reaccionário com Dois Cês é sobre isso, mas é também sobre portugalidade, vitórias no Euro, propriazinhas (ou selfies), língua portuguesa, Shakespeare, os justiceiros das redes sociais, a vagina de Marine Le Pen e outras rabugices, num livro que se divide em quatro capítulos:
- Comente o Seguinte País
- Admirável Facebook Novo
- Então mas o Que É Isto?
- Assim Como Nós Não Perdoamos a Quem Nos Tenha Ofendido
